quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Leões Esquecidos - Parambos (2012)
Deirdre McCloskey diz que foi a Bourgeois Revaluation que fez a Revolução Industrial. Inovação, risco lunático, poder dos ricos, equilíbrio entre dignidade e liberdade. Nada de capitalismo, exploração colonial, Braudel etc.
Muito há para escrever sobre os Parambos ( ou a minha Posadas do "Mau-Mau"), muito para compreender. Metade do país vive do passado, entre couves e olivais secos, sim, um lugar comum. O que será único é projectar estes Parambos e Posadas na história do futuro. Lê-los num i-pad, smartphone, tablet e assim.
REDEFINIÇÕES:
1) Depois de uma excelente experiência no Corta-Fitas, regresso a solo. Em articulação com a revista Ler, trabalharei uma história do futuro.
2) O Droga de Política encerra devido à falta de interessados, mas continuarei a publicar aqui textos sobre a história das drogas e a acompanhar as aventuras do narcotráfico.
3) Um blogue terapêutico arranca em breve.
1) Depois de uma excelente experiência no Corta-Fitas, regresso a solo. Em articulação com a revista Ler, trabalharei uma história do futuro.
2) O Droga de Política encerra devido à falta de interessados, mas continuarei a publicar aqui textos sobre a história das drogas e a acompanhar as aventuras do narcotráfico.
3) Um blogue terapêutico arranca em breve.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
FOI SÓ ESPERAR:
Um bocadinho para registar que os novos governantes começaram a usar o linguajar do novo paradigma. A única diferença reside no silêncio dos que dantes, no tempo de Sócrates, se riam com este dialecto.
Os analistas políticos são a trupe residente do circo de pulgas.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
TEORIA (XX):
Cristovam Pavia, vulgo Francisco Bugalho. Outra vez.
No último número trouxe Corazzini, que trabalhou entre os 17 e os 21 anos. Pavia, diz Fernando Martinho ( o organizador da edição completa), atingiu a maturidade aos 19 anos. Ambos tiveram mortes doentes e dolentes.
Pavia, como Corazzini, é um deprimido profissional. Na "Consolação para um tempo incerto":
Há-de haver sempre meninos a chorar ao pé do cão morto.
A sua poesia domina, no entanto, o temple certo. Quase nunca descamba para a autocomiseração, porque escolhe a síntese, evitando que o poema pareça um garrafão de azeite. Por exemplo, uma tangente bem tirada:
Ter meus dias sempre cinza.
Desfolhar sempre as mesmas flores cansadas.
Dormir.
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